Nos últimos dias dei uma freada no meu ímpeto de escrever e contar as coisas que tenho sentido, pensado e refletido. Mais do que na hora de retomar essa prática, aqui estou, filosofando, desabafando e como sempre vomitando sobre as coisas que me atormentam.
Tenho pensado muito no termo “rejeição”, no dicionário, descrito como “ato ou ação de não aceitar alguém ou alguma coisa”. O difícil mesmo é quando a sentimos em um momento em que não estamos preparados para isso. Ser rejeitado, nunca é agradável e algumas pessoas trazem um sentimento afim com o termo como bagagem de vida. Alguma coisa que aconteceu, em algum determinado momento de nossa trajetória, que deixa esse sentimento impresso com alguma tinta brilhante, de maneira profunda e que sempre vem à tona nos momentos em que temos a impressão de que “é comigo mesmo”, se não, não seria assim.
Em algumas ocasiões, tenho a impressão (provavelmente errônea) de que todos me viram as costas; existem esses momentos em que precisamos nos sentir queridos e importantes, a necessidade é quase vital, já que não estamos muito seguros do quão os outros nos estimam, importam-se ou preocupam-se conosco. Momentos esses, em que um simples “não posso” ou “talvez amanhã” já são o bastante para que nos sintamos agredidos.
Claro, que ninguém (pelo menos não os nossos amigos) faz isso de maneira intencional e, acredito, que é nesse momento que precisamos diferir o que é ser rejeitado, com a “sensação de rejeição”. Sentir-se rejeitado, agride muito mais do que o “ser rejeitado” propriamente dito, porque este último acontece apenas em casos isolados e em situações muito particulares; ao passo que aquele que se sente rejeitado, sofre mesmo quando tudo e todos estão, sinceramente, tentando ajudá-lo. O que fazer então?
Refletindo nos últimos dias, cheguei à conclusão de que, quando estamos muito magoados ou feridos, o melhor que temos a fazer é parar, respirar fundo e ficar sozinhos. Raros são as pessoas com as quais nos relacionamos que estão dispostas a abrir mão de compromissos e/ou acordos previamente organizados para nos dar aquele abraço de que tanto precisamos naquele momento. Então, acalme-se, chore sozinho e não procure ninguém; deixe bem claro que você não anda legal e aceite como o coração aberto os telefonemas que eventualmente receber em função disso. Mas nunca, NUNCA mesmo, espere que todos corram na sua direção, porque ninguém faz isso.
Não de a sua própria imaginação deturpada motivos para atormentar-lhe naquele momento, ainda mais munição em um momento instável, talvez depressivo, mas com certeza difícil para você. Se nada disso tudo adiantar, talvez você deva procurar uma nova turma. Mas, lembre-se que, se você porventura encontrar-se novamente nessa situação, eles provavelmente irão agir da mesma maneira.
E é isso, tirei a tala do joelho e a vida continua, vou ficando por aqui, mas vou deixar um textinho engraçado que fala deste tema que abordei acima e uma pergunta... “Você, como lida com isso??? Abraços a todos.
‘Um soldado estava servindo longe do seu lar. Ele ficou arrasado quando sua namorada escreveu e acabou com seu noivado. Ela até pediu de volta sua foto.
Ele foi para seus amigos e pediu todas as fotos de mulheres que eles não queriam mais, e as enviou para sua ex noiva com o seguinte recado: “Eu lamento que não consiga lembrar qual era você … por favor, tome sua foto e devolva as outras.”’
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