Tava limpando minha caixa de e-mails.. e me deparei com um poema q eu mesmo me enviei... pra variar, como sou muito desorganizado, não sei o título e nem o autor, mas acho q vale a pena postá-lo aqui, então, tá aí:
Vamos falar de solidão
Na sua casa nunca mais entrei
Mas decorei com exatidão
Todas as coisas como eu deixei
Versos jogados pelo chão
Lembranças do que não presenciei
Mas decorei com exatidão
Como o passado que eu mesmo criei
E tudo que eu posso oferecer
São minhas palavras pra você
No plágio de uma bela melodia
E tudo que eu quero te dizer
Eu já cansei de escrever
Quero te ver enquanto não é dia
(Ah ah ah...) Mas diz porque tu vais embora
(Ah ah ah...) Mas diz porque tens tanto medo
(Ah ah ah,ah ah ah, ah...)Se não acorda cedo
Nem trabalha, estuda ou namora
(Ah ah ah...) Mas diz porque chegou a hora
(Ah ah ah...) Mas diz porque chegou a hora
(Ah ah ah...) Agora que eu venci meu medo
(Ah ah ah, ah ah ah, ah...) Te peguei pelos dedos
Pra dançar enquanto o sol demora
Para chegar trazendo aurora
E a luz que cega e me dá medo
E como um torpedo
Eu deslizo, eu vôo num mar de lençois
E cada dobra conta histórias
De muitas delas sinto medo
São muitos enrredos
Enrolados e embriagados como nós
Tão a sós, como nós, tão a sós
Um aprendiz...
- Diogo Cabrera
- Porto alegre, RS, Brazil
- Bem, me descrevam como queiram.. até porque, por mais belas ou pejorativas que sejam, palavras, são apenas palavras! Minha narrativa é cansativa, minha dissertação carece de argumentos contuntendes e a minha rima é medíocre, mas fazer o que, eu gosto!
sexta-feira, 17 de julho de 2009
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